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Efeito da Bromocriptina e da azathioprina em blastocistos de coelha desenvolvidos in vitro Tese Doutoramento (resumo)

Efeito da Bromocriptina e da azathioprina em blastocistos de coelha desenvolvidos “in vitro” – Tese Doutoramento (resumo)

Orientadora: Profa Dra Maria Matheus de Sala.
Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 1983

Mário Silva Approbato
Publicação parcial: Approbato,M.S., Matheus,M., Sala, M.A., Lima Filho, E.C., Ferrari, I.:
Estudo dos efeitos da bromocriptina sobre blastocistos de coelha cultivados “in vitro”. Rev Bras Ginecol Obstet 5:213,1983.

Introdução

Lutwak-Mann (1965) demonstraram que mesmo na fase de pré-implantação, blastocistos são capazes de absorver drogas e lesar o embrião, como o colcemid, thiotepa e mercaptopurina. A vitamina A em altas doses provoca fenda palatina, defeitos oculares, hidrocefalia, espinha bífida (Basu, 1981). A bromocriptina é utilizada em pacientes com hiperprolactinemia e consequente anovulação e ao corrigir esta disfunção a paciente engravida podendo utilizar a droga no início da gestação. A azathioprina é utilizada em transplantes renais e não podendo ser interrompida também poderia ser usada na fase embrionária. Assim este trabalho utilizou estas drogas diretamente em blastocistos de coelha desenvolvidos “in vitro” com o objetivo de verificar seus efeitos nesta fase embrionária.

Materail e Métodos

Obteve-se 215 blastocistos de coelhas desenvolvidos “in vitro”. Trinta blástulas tinham menos do que 2 mm e não foram utilizadas. Noventa e sete blástulas foram colocadas em contacto com as drogas e 88 sem drogas (controles). Estudou-se: Colabamento da cápsula de mucina, aumento do diâmetro, mitoses atípicas, pólo embrionário, índice mitótico. Utilizou-se análise de variância e teste t com nível de p = 0,05.

Figura 1
Blastocistos de 6 dias, desenvolvidos “in vitro” em presença de bromocriptina

0,1 ug/ml, por 6 h (p=ns) e 12 h (p=ns).

Efeito no desenvolvimento do pólo embrionário.

Figura 2
Blastocistos de 6 dias, desenvolvidos “in vitro” em presença de

bromocriptina 0,1 ug/ml, por 6 h (p=ns) e 12 h (p=ns). Efeito no índice mitótico.

Figura 3
Blastocisto de 6 dias.
Contraste de fase.

Figura 4
Pólo embrionário normal.
Blastocisto de 6 dias.

Figura 5
Pólo malformado.
Blastocisto de 6 dias.

Figura 6
Blastocisto de 6 dias. Mitoses típicas e atípicas.

Conclusões(SUMÁRIO)

A bromocriptina obtida de sal puro e a azathioprina obtida de comprimidos nas doses estudadas não provocaram alterações no crescimento do diâmetro, porcentagem de mitoses, desenvolvimento do pólo embrionário, presença de vacúolos ou no número de mitoses atípicas dos blastocistos desenvolvidos “in vitro”. A bromocriptina obtida de comprimidos aumentou o número de vacúolos no trofoblasto dos embriões.

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